Grêmio recebe nova punição da Fifa por dívida com Cuéllar e vê 2027 ameaçado

O Grêmio recebeu mais uma punição da Fifa e vê crescer a preocupação com o planejamento de 2027. Segundo reportagens publicadas nesta semana, a entidade aplicou um novo impedimento de registrar jogadores, o chamado transfer ban, por causa de uma dívida com o ex-volante Gustavo Cuéllar.

O que aconteceu

Cuéllar deixou o clube em fevereiro de 2026, por meio de um acordo de rescisão. De acordo com o Portal do Gremista, o combinado previa um pagamento inicial de R$ 1,64 milhão e parcelas mensais de R$ 600 mil até dezembro de 2027, num total aproximado de R$ 15 milhões. O jogador, hoje no Deportivo Cali, afirma não ter recebido os valores.

Ainda conforme o portal, a Fifa mandou pagar em agosto e o clube não cumpriu. Na segunda-feira (26), a entidade notificou o Grêmio, aplicou multa de US$ 20 mil e determinou o pagamento dos R$ 1,64 milhão. O Metrópoles também noticiou a punição, publicada em 26 de outubro, e destacou que a reportagem não obteve posicionamento do clube.

Quantos bloqueios o clube tem?

Aqui as fontes divergem. O Metrópoles fala em dois transfer bans no total: o novo e outro, de 9 de outubro, ligado à dívida com Miguel Monsalve, com impedimento por três janelas. Já o Portal do Gremista e outros veículos dizem que o clube acumula três bloqueios. Por isso, o mais seguro é dizer que o Grêmio tem ao menos duas restrições e que o número exato precisa de confirmação oficial. A duração do novo banimento não foi informada na reportagem do Metrópoles.

O Portal do Gremista acrescenta que o clube deve cerca de R$ 2 milhões ao Independiente Medellín pela contratação de Monsalve e corre risco de nova punição por parcela atrasada na compra de Tetê. Essas informações vêm de um único veículo e devem ser tratadas com cautela.

Efeito prático

Como o mercado está fechado, o elenco atual não é afetado diretamente. O problema aparece na próxima janela: segundo o Portal do Gremista, ela abre em 4 de janeiro de 2027, e o clube precisa resolver as pendências antes de registrar reforços. O Metrópoles lembra ainda que a Anresf, órgão criado pela CBF para o fair play financeiro, não proibiu o clube de fazer transações, mas o advertiu a quitar dívidas com Capivariano e Votuporanguense em até 45 dias.

Opinião: o que está em jogo

Como análise nossa, e não como fato apurado, o episódio mostra como dívidas antigas viram problema esportivo. Sem pagar, o clube corre o risco de chegar a 2027 sem poder inscrever contratações. A solução passa por negociação com os credores, e o caminho dependerá de informações que o Grêmio ainda não divulgou. Vale acompanhar um posicionamento oficial.

Fontes consultadas

Texto produzido com auxílio de inteligência artificial a partir das fontes citadas e revisado pela equipe do Futeblog.

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